
Palavras...
São escassas quando precisas
Falsas quando pedidas
E vastas quando sentidas
Essas palavras...
São tantas, pobres
Santas, nobres
Brancas, pretas
Ricas e obsoletas...
Caos é o silêncio.
A tortura mórbida palavra presa.
Da angústia que crucifica.
Da latência, que desgoverna
o pensamento.
Esvai o sentido, e deslizas sobre
a alma a intrepidez do vazio.
Sensação de aniquilação.
Vulnerabilidade e solidão...
Finda o tempo das palavras,
Quando não há o mais, o que revelar.
São escassas quando precisas
Falsas quando pedidas
E vastas quando sentidas
Essas palavras...
São tantas, pobres
Santas, nobres
Brancas, pretas
Ricas e obsoletas...
Caos é o silêncio.
A tortura mórbida palavra presa.
Da angústia que crucifica.
Da latência, que desgoverna
o pensamento.
Esvai o sentido, e deslizas sobre
a alma a intrepidez do vazio.
Sensação de aniquilação.
Vulnerabilidade e solidão...
Finda o tempo das palavras,
Quando não há o mais, o que revelar.

Um comentário:
Gilda
Creio, que asssisti à tua estreia, neste espaço. De qualquer teras feito bem, criar blogue alternativo.
Por outro lado a melhoria é muita. A privacidade tanto quanto a possível, é incomparavelmente superior, como é intectualmente, superior a cultura dos companheiros.
Do outro lado é tudo mais fácil. Facilidades a quem interesa, só por si?
Gostei e agradeço o teres vindo ver o post.
Previno, que o que aqui vem, tudo passa pelo "banco de ensaios" que é o mitala.
Aqui pude abrir seis blogues temático. Poesia em daniel milagre.
Um grande beijo,
Daniel
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